Seja bem vindo á JNI Valinhos

“Será que um marinheiro ficaria parado se ouvisse o clamor de um náufrago? Será que um médico permaneceria sentado comodamente, deixando seus pacientes morrerem? Será que um bombeiro, ao saber que alguém está perecendo no fogo, ficaria parado e não iria prestar-lhe socorro? E você, conseguiria ficar à vontade em Sião vendo o mundo ao seu redor ser condenado?” (Leonard Ravenhill)

Dia da Chácara versão 2 - Romanos

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Postado em: Segunda-feira, Novembro 14, 2011 | By : dvd Franco

Olá pessoal! Neste dia 05, tivemos mais um dia para relaxar e aprender sobre a Bíblia!


Aqui vão algumas fotos deste evento...

2011-11-05 - Dia da Chácara - Romanos
05/11/2011
de JNI Valinhos

Noite dos Molhos

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Postado em: Quarta-feira, Outubro 19, 2011 | By : Paulão

É isso ai galera, esse Sábado(22/10/2011) teremos uma noite especial com a comemoração dos aniversariantes de Outubro no salão de festas da Igreja do Nazareno de Valinhos.

Pedimos pra cada um trazer R$5,00 pra nos ajudar a custear a festa que terá salgadinhos e molhos especiais para acompanhar. Também teremos sucos e refrigerantes.

Estão todos convidados!

Sinais da segunda vinda - mais um SEEDCAST do Projeto-K!

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Postado em: Sexta-feira, Maio 27, 2011 | By : dvd Franco


Ae galera, saiu mais um SEEDCast no site do Projeto-K !!!
Demorou mas eles voltaram!!! E pra falar que Cristo está voltando!!! #SEEDCast 10 - Sinais da 2ª Vinda http://bit.ly/irdOKI

Acessem o site, ouçam o podcast, deixem seus comentários e espalhem por ai!

Porque ninguém sabe o dia ou a hora ainda, mas que Ele esta voltando esta!

Deus abençoe a todos

http://www.projeto-k.com


Por que se importar com o Advento?

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Postado em: Terça-feira, Dezembro 07, 2010 | By : P.V. | In : , ,

 por Rob Bell

O Natal está chegando. Para alguns pode parecer cedo falar sobre árvores, decoração, presentes e tudo mais. Mas o Natal é o ponto alto do Advento e o Advento é parte do calendário da igreja e o calendário da igreja é algo de que nunca paramos de falar.

Então é sobre isso que vou escrever aqui: Advento. Mas, para falar sobre Advento precisamos falar sobre o som, sobre o tempo e sobre o Espírito.

Primeiro, um pouco sobre o som.

Se você ficar calmo, em silêncio dentro de sua cozinha, poderá ouvir um barulho. É um som contínuo, um ruído muito monótono, sem começo nem fim. Tem pouco alcance. Pode aumentar ou diminuir de volume, mas com alterações raramente perceptíveis. É o mesmo ruído que ecoa continuamente, hora após hora, dia após dia. Se for muito alto, pode dar nos nervos, caso contrário apenas preencherá o ambiente.

Ouve-se um som, quase sempre despercebido, no canto da sua cozinha. É o zumbido da geladeira.

Agora um outro ruído. No momento, estou ouvindo o novo álbum do cantor Jonsi. Já faz algumas semanas que o estou curtindo. Desde os primeiros ruídos da primeira música, percebi que o álbum é cheio de ruídos. Tambores, vozes, piano. Barulhos que começam e param, vêm e vão, ora silenciosos e ora ruidosos. Algumas notas sustentam uma melodia por segundos. O bumbo toca, agora os pratos, as cordas ressoam. Todos aqueles sons trabalham juntos para criar algo atraente, inspirador, bonito, que evoca e confronta muitas coisas. Urgente,  honesto, cheio de esperança ou algo pacífico, com um som impressionante. Ruídos e mais ruídos, mas trata-se de um arranjo especial, intencional desses sons que criam o que chamamos de música.

Dois tipos de ruído, duas variações. Um desses sons chamamos de música e os outros são apenas o zumbido da geladeira.

Em seguida, falemos um pouco sobre o tempo, pois o tempo é muito parecido com o som. A música acontece porque os ruídos e sons, vozes e tambores estão arranjados com uma percepção exata do tempo. A medição do tempo é que divide a música em batidas, dando-lhe uma forma, um fluxo, um padrão, um ritmo.

Todos nós experimentamos o desespero que surge quando nossos dias apenas  misturam despertar com tomar café, escovar os dentes, ir ao trabalho ou escola, mudar as fraldas, lavar a roupa, preencher uma cheque, encher o tanque, cozinhar uma refeição. Dormir para apenas fazer tudo novamente no dia seguinte.

Um dia parece igual ao outro, tudo parece ser sempre igual, a vida parece ser o equivalente existencial do zumbido da geladeira. Isso, naturalmente, nos leva de volta para o Êxodo. (Não esperava por essa, não é?) A história dos escravos hebreus resgatados da mão de Faraó não é apenas sobre o Deus que salva as pessoas de precisarem fazer tijolos todos os dias. Ela fala sobre o Deus que também salva as pessoas de outros tipos de escravidão. Ou seja, aquela que envolve o tempo.

A vida no Egito era apenas  fazer diariamente tijolos para o Faraó, durante  o tempo todo. Tijolos, tijolos, tijolos, comer, dormir, mais tijolos e tijolos. Amanhã será como hoje: tijolos, tijolos…

No entanto, quando os israelitas foram resgatados, Deus deu-lhes ordens. Uma das mais urgentes foi separar o sábado do resto da semana, fazer dele um dia diferente dos outros. Um dia sem tijolos.

Seis dias terá trabalho, mas no sétimo não. Por isso é algo tão fantástico. Deus lhes dá ritmo. Mas não o ritmo do som, é o ritmo do tempo. A vida antes era uma sucessão interminável de setes. Sete, sete, sete… Mas agora, seu tempo é dividido, medido, combinado com uma batida: seis e um, seis e um, seis e um.

Deus é o Deus do ritmo.

Precisamos de ritmo em nosso tempo. É isso o que faz um momento ser diferente do outro. Ele dá forma e cor para toda a vida.

Os primeiros cristãos compreenderam que o tempo, como o som, é melhor quando separado, dividido e organizado em padrões e ritmos. Então eles criaram o calendário da igreja. Uma maneira de organizar o ano, uma forma de trazer variação aos nossos dias, uma maneira de encontrar uma música durante a passagem do tempo.

Pense, por exemplo, na Quaresma. Nas sete semanas que antecedem domingo da Ressurreição devemos praticar a consciência de nossa fragilidade, pecaminosidade e pequenez. Começa na quarta-feira de Cinzas, quando as cinzas devem ser passadas na testa em forma de cruz, uma lembrança tátil de que viemos do pó. De lá viemos e para lá voltaremos.

Você quer realmente viver esse tipo de vida que seca seus ossos a cada dia? Então comece a encarar sua mortalidade, sua fraqueza e sua pequenez. Nós gastamos sete semanas contemplando a mortalidade, o desespero e a dúvida. Entramos nelas com a plenitude do nosso ser, com coração, mente e emoções. Não deixamos nada para trás.

Fazemos isso por uma série de motivos. O principal deles é a simples verdade que o domingo vem depois da sexta-feira. Somente quando você passou por tudo, não apenas o “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?” Então estará pronto para celebrar o único tipo de festa da Ressurreição digno da ocasião. No domingo, quando corremos até o sepulcro aberto, batendo nossas tampas de panelas numa explosão de sons que começa com duas palavras contundentes: “Ele ressuscitou”.

Naquele dia, quando todos os amplificadores estão “no talo”.

Mas esse não é o fim. Não deixe seu pastor iniciar uma série de pregações sobre dízimo ou casamento na semana seguinte, pois a ressurreição é apenas o começo. Vamos agora para a época de Pentecostes, a festa do Espírito Santo, aquele que se move de maneiras misteriosas. Jesus não está mais conosco no corpo, está conosco em Espírito. Ele ressuscitou, mas também está aqui, de uma maneira que transcende a linguagem. Reflita sobre isso durante algum tempo, ajuste o seu radar para a presença divina em cada momento de cada dia.

Assim nós estamos indo para algum lugar e estamos vindo de outro lugar. Estamos fazendo isso juntos, como uma comunidade de discípulos, como uma igreja.

Finalmente, então, um pouco sobre o Espírito. Porque o Espírito, ao que parece, é muito parecido com o som e o tempo.

A primeira coisa que  o Espírito faz na criação é o movimento. Isso nos mostra que as coisas mais profundas do Espírito estão em constante movimento, mudando e se transformando. A vida no Espírito é uma realidade dinâmica que nos leva a um amplo leque de emoções, experiências e estados de ser.

Às vezes, estamos exaustos, outras vezes estamos abalados pela dúvida. Às vezes parece que estamos no topo do mundo e tudo está indo bem. Outras vezes estamos em pé no meio dos destroços, cercado por chamas ardentes, imaginando como tudo deu tão errado.

O que o calendário da igreja faz é criar espaço para Jesus vir ao nosso encontro em toda amplitude da experiência humana, para que Deus fale conosco através de todo tipo de coisas boas e os ruins, na alegria e nas lágrimas.

Este é o problema de  cantarmos apenas cânticos de vitória na igreja (muitas vezes pedimos que pessoas tristes cantem músicas alegres). Metade dos Salmos são lamentos.

A matemática deveria nos ajudar ao falar sobre isso. A Bíblia não é uma coleção de cânticos de guerra dos vencedores. É uma coleção variada de textos que refletem uma grande quantidade e diversidade de posturas, humores e perspectivas. Muito parecido como a vida  realmente é. Às vezes você está furioso com Deus, outras vezes loucamente apaixonado por ele.

A questão agora não é apenas como nos tirar do Egito, mas como tirar o Egito de nós.

Resgatando-nos da mesmice, da monotonia, da rotina, lembrando-nos que não importa o que estamos sentindo ou vivenciando. Onde quer que esteja o nosso coração, o Espírito espera para nos encontrar ali.

Isso nos leva ao Advento. Advento é, portanto, uma época. Muitas pessoas conhecem os feriados,  um dia, um ano diferente por algum motivo. O calendário da igreja é dividido em estações, períodos de tempo em que entramos com um clamor específico, uma intenção particular, um motivo.

Advento é o tempo de antecipar o nascimento de Cristo. É quando devemos mostrar o desejo pelo que ainda está por vir. Aquilo que ainda não está aqui. Assim esperamos, ansiosamente. Juntos. Com alguma dor. Porque nem tudo está bem. Alguma coisa está faltando.

Por que o Advento significa muito para mim?

Porque o cinismo é a nova religião deste mundo. Essa religião ensina que nada é tão bom quanto parece. Vão colocar você para baixo. Vão lhe trair.

Essa instituição? Essa igreja? Esse político? Essa figura de autoridade? Todos eles vão lhe decepcionar.

Não importa o que você faça, não tenha muita esperança. Tudo o que você pensa que é, o que parece ser, vai desabar, espere para ver.

O Advento confronta essa corrosão de nosso coração com a insistência de que Deus não abandonou o mundo. A esperança é real e algo bom está por vir.

O Advento invade o templo do cinismo com um chicote de esperança, virando as mesas do desespero, expulsando os sacerdotes dessa religião enganadora, anunciando que chegou um novo dia. Mas ele não será como o dia anterior.

“O que ainda não veio vale a pena”,  sussurra o Advento no escuro.

O velho Simeão ficou no templo segurando o menino Jesus. Estava alegre, pois agora podia morrer. O que ele estava aguardando realmente chegou.

Assim, neste últimos dias do ano, entramos em um período de espera. Esperamos ansiosos. O Espírito nos encontrá em meio à nossa dor.

Pedimos que Deus entre nos lugares mais profundos de nossa amargura, cinismo e dureza, onde deixamos de acreditar que amanhã pode ser melhor do que hoje.

Abrimos nosso coração. Até o amolecemos. Voltamos nosso coração para aquele dia. Aquele dia, quando o bebê inicia seu primeiro choro e nós, rodeados por anjos, pastores e tudo mais, comemoramos aquele som no tempo, que traz ao nosso espírito o que temos esperado.

Rob Bell é pastor da Mars Hill Church em Grand Rapids, Michigan. Também é autor de vários livros e é o criador da série de filme de curta-metragem  NOOMA. Conheça seu trabalho AQUI.
Sua conta no Twitter é @realrobbell.


Via Relevant
Tradução e edição: Jarbas Aragão. Todos os direitos de tradução reservados.
Seqüestrado e sem pedido de fiança do PAVABLOG.

SEEDCast #7 – To legalize or not to legalize?

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Postado em: Terça-feira, Novembro 30, 2010 | By : P.V. | In : ,


POLÊMICA: To legalize or not to legalize? That’s the question! Ispinho, Caveman e Doc, agora na companhia de um convidado muito especial, o Bob, discutem o consumo de drogas, lícitas ou não, a dependência, a abstinência e a possibilidade de legalização da maconha, a droga mais consumida do mundo! Apesar do uso medicinal e da liberação em outros países, a tendência é que o mesmo ocorra no Brasil? Qual a posição de nós, cristãos, diante disso? É o que você vai descobrir nos próximos 52 minutos. Ouça, pense, ore e deixe sua opinião!

Para ouvir você pode usar o nosso player no final do post, baixar nos links abaixo ou assinar nosso Feed no seu leitor de podcast.
IMPORTANTE: as opiniões aqui manifestadas são de responsabilidade exclusiva das pessoas participantes e não refletem necessariamente a opinião do Projeto K como ministério.
Trilha Sonora: Relient K – Anathomy of the tongue in cheek

Das trevas para a subcultura evangélica, da subcultura evangélica para a liberdade

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Postado em: Segunda-feira, Novembro 29, 2010 | By : P.V. | In : ,

Quando a Bíblia diz que foi para a liberdade que fomos libertados parece redundante, não? Mas me conhecendo e conhecendo bem o ser humano vejo que a redundância é só uma estratégia para nos livrar de um vício que nos ronda e que não é espiritual, o de sermos escravos.
É maravilhoso ver o evangelho de Jesus sendo adotado nas mais diversas culturas, redimindos estas, transformando em belo sem descarecterizar a sua diversidade. Deixem-me dar um  exemplo. Em 2006, quando estava no Haggai, pude ver a apresentação dos nosso irmãos africanos adorando a Deus com suas danças e cantos tribais. Por um segundo quase fui levado a me fechar e comparar aquele movimento a um terreiro de macumba. Ser livre não é fácil.
Talvez a escravidão mais perigosa a que somos atraídos é a da religiosidade. Pois ela tem aparência de piedade e de santidade, mas não passa de um escudo que esconde quem realmente somos. A religiosidade é imperdoável, Jesus não aliviou com os religiosos. Fato é, que adoramos criar uma “sub-cultura” dentro das nossas culturas para dizer que estamos mais perto de Deus.
Na verdade tenho pena de quem ainda não experimentou a beleza de viver além dos limites que nós mesmo criamos e que Deus, ou a Bíblia nunca nos impôs. Achei que o livro do Ricardo Gondim É proibido – O que a Bíblia permite e que a Igreja proíbe já estava batido, mas não. A maldita religiosidade sempre quer nos pegar e nos acorrentar. Passo a dar-lhe alguns exemplos que com certeza chocarão alguns, mas é o propósito do post mesmo.
Aquele papo de música do mundo. Não aguento mais ter que responder isto, escrevi um post há uns 2 anos falando disso, mas a impressão que tenho é que as pessoas, no fundo, querem ser proibidas de ouvirem o que gostam para poderem se abster de algo e assim se sentirem mais santas. Quanta culpa eu já senti por gostar de ouvir Guns n’ Roses. Culpa do inferno. Não digo que não foi importante na minha adolescência me abster até que aperfeiçoasse meu filtro de qualidade musical e moral. Mas Hebreus 5 diz que precisamos crescer, urgentemente!
Ou quando ia a casamentos e me pegava batendo o pé no ritmo de ABBA e Queen, músicas que não podem faltar em qualquer festa, e novamente a maldita culpa tentava me acorrentar de cantar junto as lindas canções de uma criatividade que só pode ter sido dada por Deus. Goste você ou não, só Deus pode produzir beleza, e quando um músico faz algo belo, por mais “demoníaco” que pareça, ele está revelando uma beleza divina. Goste você ou não.
As gravadoras gospel lançaram esta bobagem de músicas “secular” e “evangélica” para vender mais albuns. Não existe tal coisa, existe música boa e música ruim e ponto final. Mas o religioso não consegue ver beleza fora do seu arraial, o religioso está com suas lentes distorcidas e preconceituosas desqualificando o tempo todo o que não é parecido consigo e com o seu gosto pessoal. Mas como já disse, tenho pena, pois ainda é escravo da sub-cultura evangélica. Precisa de libertação.
Não digo que não é sincero e que muitos destes só querem de fato agradar a Deus, mas não desfaz meu argumento de que podem experimentar algo maior, e o mais importante, deixar a culpa para traz. Não estou dizendo com isto que não há limites, é claro que há, precisamos de limites que nos protegem daquilo que não podemos controlar. Mas o nosso chamado não é para rechaçar toda cultura que não seja “cristã”, mas redimir a cultura que estamos inseridos em algo belo, em algo divino.
Estou farto de crentes que não bebem, não fumam e não dançam, mas são avarentos, mentirosos, fofoqueiros, orgulhosos, soberbos, julgadores. Se acham melhores porque sabem falar o maldito evangeliquês, saibam que este dialeto evangélico soa muito mal aos nosso amigos não cristãos e só nos afastam deles. Quer ganhá-los para Jesus? Faça como Cristo, ande com eles, faça o que eles fazem e fale do jeito deles! Fique tranquilo, se você estiver cheio do Espírito, Ele não vai deixar você pecar ou mesmo escandalizar ninguém. Mas ficar dentro desta bolha que aqui chamei de sub-cultura evangélica, não vai resolver!
Falei na mensagem ontem em minha igreja que as pessoas estão casnsadas de discursos, elas anseiam ver algo diferente em nós, e isso não se aplica a roupa diferente, música diferente ou mesmo um dialeto diferente, mas um coração diferente. Um coração amoroso, compassivo, acolhedor, que abraça o diferente, que procura Deus fora de seus domínios (pois Deus não está preso aos nossos domínios) e que se coloca ao lado, nunca acima, assim como Jesus fez.
Eu sei que este post ficou com cara de #prontofalei. Mas acho que é isso mesmo. Ser livre é bom demais! E ser livre não é pecado, é plano de Deus.
fonte: Osmar Gomes
Torado do Pavablog

Novidades do Projeto-K - SEEDCast #04

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Postado em: Sexta-feira, Outubro 15, 2010 | By : dvd Franco

Fala gente! Saiu mais um SEEDCast da galera do Projeto-K


Lá foi discutido as melhores músicas de todos os tempos (da última semana?), e chegou-se a um ranking das top 3 - as melhores internacionais de rock cristão contemporâneo!

Fotos do Sarau de Primavera!

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Postado em: Sexta-feira, Outubro 15, 2010 | By : dvd Franco

Olá JNI!

Finalmente, saíram as fotos do Sarau de primavera!

Confira neste link:






David Eleffson (Megadeth): “Música é uma reflexão do Espírito Santo fluindo”

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Postado em: Quarta-feira, Outubro 13, 2010 | By : P.V. | In :

david

Shannon Joy, do “LA Music Blog”, entrevistou o baixista do Megadeth (David Eleffson). Seguem trechos da conversa.

LA Music Blog: Você acha difícil manter-se sóbrio durante as turnês?
Ellefson: Não. A dificuldade foi fazer a escolha e deixar essa vida pra trás. Eu não queria mais ser um viciado e drogado, mas eu também não sabia que eu queria uma vida totalmente limpa e sóbria. Eu tinha uma visão errada desse “estilo de vida sóbrio”, eu achava muito sem graça e inocente. Quando você está vindo das trevas e do decadente mundo das drogas e álcool, a vida de cara limpa não parece muito boa [risos]. Mas quando eu finalmente fiz a escolha eu me senti abençoado e pensei “Isso é ótimo”. Felizmente eu consegui manter a disciplina durante a vida e eu não tive mais pensamentos obsessivos e tentações que me levassem a retornar e ser como era antes. É interessante, uma das coisas mais difíceis pra mim ao compor o material do “Rust in Peace” era a dor causada pelo aço das cordas do baixo (justamente por eu estar saindo das drogas que me anestesiavam de qualquer sofrimento). Era muito doloroso e eu pensei “Oh, Deus, eu não sei mais se eu quero tocar”. Esse pensamento me assombrou durante algum tempo, pensar que eu não poderia mais tocar era péssimo, então eu pensei na minha infância com 11 anos, onde tudo começou… Eu era jovem, tinha 11 anos e não tinha nada a ver com “Sexo, Drogas e Rock”n Roll”. Lembrei que eu tocava porque simplesmente amava a música, eu adorava agitar nos shows. Esse era um pensamento inocente e que me trazia um grande bem-estar. Então eu me mantive firme nessa visão para voltar a ter inspiração, como era no começo. Isso me deu muita força durante a desintoxicação. Então, depois disso tudo eu voltei a ter muito prazer em tocar novamente.

LA Music Blog: Qual foi a importância da sua fé para manter-se livre do álcool?
Ellefson: A fé é tudo. É ela que me dá forças para manter esse estilo de vida. Eu sei que é meio esquisito um cara do metal, como eu, falar tanto em Deus e nessas coisas. Mas esse é o caminho, ter muita fé. Eu cresci numa família boa, num ambiente ótimo. Quando eu comecei a beber/usar drogas e frequentar festas, essa atitude não somente me afastou da minha fé, mas também estava destruindo meus sonhos de ser um músico de Rock. Essa é a verdadeira face das drogas e do álcool, essas coisas não fazem o Rock melhor, na verdade o destroem. É muito engraçado e irônico, aqui estamos nós com a turnê do “Rust in Peace”, tocando essas ótimas músicas, nos divertindo muito. Durante todo esse tempo eu estive cultivando a minha fé e tentando ser uma pessoa melhor, eu realmente me envolvi muito nisso tudo, iniciei o “Mega Life Ministries” em Scottsdale e estive envolvido em muitas outras coisas. Quando estávamos gravando o “Risk” em Nashville, um pastor de Scottsdale me perguntou se eu poderia me sentar com ele durante um culto e tocar alguma coisa. Uma parte de mim pensou “Fala sério, isso é vergonhoso”, a outra parte disse “Qual o problema de ler algumas tablaturas?” [Risos]. Então eu comecei a tocar e tudo isso ampliou meus horizontes, é como se a minha fé se tornasse cada vez maior e mais forte a cada dia. E essa fé só me tornou um músico melhor, eu sinto que quanto mais eu desenvolvo a minha fé, melhor músico eu me torno. Eu percebi que a fé sempre deve estar em primeiro lugar e as notas fluem naturalmente através dela.

LA Music Blog: Com tudo isso em mente, você acredita que a sua música agora é uma reflexão direta da sua fé?
Ellefson: A música em si é um tipo de reflexão do Espírito Santo fluindo através de você. Eu odeio soar como um maluco religioso aqui, eu não quero que pareça isso. Quando eu vivia drogado e tocava não havia música, pois não havia nada vindo dentro de mim, nada mesmo. Tudo funciona como se você fosse um canal para a música, por isso eu admiro tanto as pessoas que possuem esse talento musical. O Dave [Mustaine] pega a guitarra e um riff simplesmente aparece, do nada, e eu penso “Porra”, como ele teve essa ideia? Soa tão simples, e eu sempre admirei isso nele. Então, se você toca Metal ou qualquer outro tipo de música, é simplesmente fascinante quando você vê a habilidade da pessoa em canalizar a música através de si. É uma admiração que eu tenho. Quando eu componho meu material, muitas vezes eu penso “Nossa, de onde veio essa ideia? Simplesmente fluiu através de mim.”

Fonte desta matéria: Whiplash
Torado do Apenas Musica

JNI Eloy Chaves

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Postado em: Quinta-feira, Agosto 26, 2010 | By : dvd Franco

Fala gente!

Segue uma recomendação: o Blog da JNI Eloy Chaves, nossos vizinhos!
Recheado de conteúdo bacana, o link deles é:

http://jnieloy.blogspot.com/

Fica a sugestão!