Seja bem vindo á JNI Valinhos
“Será que um marinheiro ficaria parado se ouvisse o clamor de um náufrago? Será que um médico permaneceria sentado comodamente, deixando seus pacientes morrerem? Será que um bombeiro, ao saber que alguém está perecendo no fogo, ficaria parado e não iria prestar-lhe socorro? E você, conseguiria ficar à vontade em Sião vendo o mundo ao seu redor ser condenado?” (Leonard Ravenhill)
Oi Pessoal;
Como podem ver, o blog está funcionando, mas precisando desesperadamenre de conteúdo. Assim sendo, que tal vocês mesmos escreverem pra gente?
Olha só, uma história, um testemunho, uma idéia, um estudo devocional ou até mesmo um ensaio de pregação. Piadinhas e anedotas também estão inclusas. Ah, e fotos legais. E especialmente vídeos, porquê não? Isso aqui é um ambiente livre.
Através desse blog, vamos manter contato e trazer mais pessoas. É mais funcional que a lista e menos invasivo que você ver um e-mail que não é pra você.... e ainda pode divertir!
Então não perca tempo: mande pra nós o seu texto, foto, vídeo e afins que a gente põe aqui. Ou então, coloca em algum dos comentários, porque eles também são um local pra idéias. Aí, a gente posta aqui.
Beleza?
O homem como criatura de Deus, recebeu a música como um dom divino. Mesmo os povos mais primitivos são dotados de musicalidade. Não existe nem um povo que não tenha sua própria música, assim como não existe ninguém que não aprecie algum tipo de música. Vivemos em um universo musical onde, desde que nascemos, somos envolvidos pela música e aprendemos a apreciá-la.
A primeira passagem bíblica referente a música e instrumentos musicais se encontra em Gênesis 4.21. O texto se refere às bases da cidade edificada por Caim e seus descendentes. Entre os pilares daquela sociedade primitiva encontramos a agricultura (v.20), a indústria (v.22) e a música (v.21). Vemos nesta passagem a importância da música nPublicar postagema vida do homem. Os profetas bíblicos eram também músicos. Durante o êxodo, a profetisa Miriã conduziu as mulheres em danças e cântico usando seu tamborim e celebrando a vitória do Senhor sobre os egípcios (Ex 15.20-21). Em 1 Samuel 10.5, Saul encontra um grupo de profetas que profetizavam acompanhados de seus instrumentos musicais. Isaías compôs canções como a encontrada no capítulo 26:1-6 de seu livro.
A música na Bíblia era dividida em instrumental (Sl 33.2,3 e 150) e vocal (Sl 98.5; 2Sm 19.35 e At 16.25). Os títulos de 55 salmos contem instruções para os regentes sobre a execução de vários instrumentos musicas e das melodias que deveriam ser utilizadas no acompanhamento.
O fator mais interessante quando observamos a música na Bíblia é a sua rica variedade e as poucas restrições quanto ao seu uso. Há variedade de instrumentos, variedade de sons e volumes, variedade de adoradores, variedade de posturas e modos, variedade de lugares, variedade de ocasiões e variedade de motivos.
Sendo a música um dom de Deus ao homem, a melhor forma de agradecer a Deus por esta dádiva é fazer música para seu louvor e Sua glória. Em Hebreus 13.15, somos exortados a louvar a Deus de duas maneiras: por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome.
A música como dever religioso - que deve ser oferecida como sacrifício de louvor - é o que nós chamamos de música sacra, ou sagrada, música de louvor e adoração. Existe, no entanto, uma música espontânea, que brota de um coração cheio da vida de Deus, através do Espírito Santo - é o fruto dos lábios que confessam o seu nome (Ef 5.18,19). Esta música, que não deixa de ser louvor a Deus, não precisa ser feita de palavras ou expressões religiosas. Ela reflete as experiências da vida de alguém que conhece a Deus e não precisa estar afirmando isto com os lábios para que as pessoas tomem conhecimento. Sua vida é uma expressão de sua intimidade com o Criador. É por este motivo que a música encontrada nas Escrituras é ampla e está relacionada a todas as áreas da vida humana.
A adoração dos judeu nos tempos bíblicos era um estilo de vida, não uma atividade confinada aos cultos realizados no templo no dia de sábado. Sendo assim, a música utilizada por eles estava relacionada a uma grande variedade de atividades diárias e era usada com diversos fins e propósitos, tais como: para promover alegria (Gn 31.27; Ec 2.1, 8-11); na guerra (Js 6 e 2Cr 20.21-22); como expressão de arte e poesia (Cantares de Salomão); como forma de protesto (Sl 73); para confissão (Sl 32 e 51); para oração (Sl 7, 38, 64, etc.); para testemunho (Sl 23, 46, etc.); para terapia (1Sm 16.14-17, 23); como dever religioso (Sl 81.1; 95.1; Is 30.29); como expressão de lamento e tristeza (Lamentações).
A Bíblia não nos fornece instruções específicas sobre estilos musicais. Sabemos apenas que instrumentos de diversos tipos eram usados pelos judeus. Estes instrumentos eram divididos em três categorias: de cordas, de sopro e de percussão. Foi o Rei Davi quem promoveu o uso de tais instrumentos, além de instituir os cantores vocais e regentes de música (1 Cr 15 e 16). Parece, no entanto, não ter havido nenhuma ordem divina para isso, senão a iniciativa pessoal e a criatividade de Davi.
No Novo Testamento, os cristãos primitivos aparentemente nem sequer usavam instrumentos na sua adoração a Deus. Isso porque o uso de instrumentos no Velho Testamento estava associado com as ofertas e cerimônias do templo, que não aconteciam nas sinagogas após a Diáspora. Desta forma, nos dias de Jesus e dos apóstolos o canto vocal à capela era o modo usado para se louvar a Deus. Alguns dos chamados pais da igreja chegaram até mesmo a considerar os instrumentos usados no Velho Testamento como símbolos da graça cristã (Eusébio, c. 260 - c. 340). Somente após a Reforma no Século 16 é que a adoração com instrumentos musicais voltou a ser aceita na Igreja Cristã.
Encontramos também nas referências bíblicas um incentivo a inovação na hinologia e nos cânticos. Vários textos bíblicos falam de ocasiões em que o povo cantou algo novo a Deus. Exemplos disso podem ser vistos no cântico de Moisés (Êx 15) e no Magnificat de Maria (Lc 1.46-56). Alguém de outra época só entende completamente as letras desses cânticos se conhecer o contexto histórico no qual eles foram escritos. Assim é também com muitos dos salmos. Por isso somos exortados diversas vezes a apresentar a Deus canções novas que mostrem ao povo de nossa época o que Ele tem feito por nós (Sl 33.3; 40.3; 96.1; 98.1; 149.1; Ap 5.9). O cântico novo surge dentro de um contexto histórico e fala ao povo da época sobre algo que Deus tem feito. Este tipo de hinologia tem o poder de revelar que Deus está vivo, está presente, atuando na história humana.
Assim, apesar de a Bíblia estar repleta de recomendações e incentivos para que o homem adore ao Criador, a única instrução bíblica específica que temos de como deve ser essa adoração é a de Jesus à mulher samaritana: “Deus é espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade” (Jo 4.24).
A adoração a Deus, seja ela vocal ou instrumental, qualquer que seja o ritmo ou melodia, deve brotar no mais íntimo do ser humano como uma expressão de reconhecimento e reverência ao Criador.
(texto originalmente publicado na Bíblia de Estudo Louvor e Adoração da Editora Fôlego, 2007)
Direto do P242.

2. Intencionalidade
A criatividade precisa estar fundamentada na intencionalidade. Isso vai nos ajudar a manter o foco. A criatividade é maravilhosa, mas se não for direcionada, acabamos perdidos. É preciso ter cuidado para garantir que não estamos usando a arte simplesmente para sermos “artísticos”. Devemos ter uma missão e propósito claro para tudo que fazemos em nossos cultos. E essa missão e propósito precisam estar alinhados com a missão geral e estratégia da igreja. Tenha certeza de que seu ministério está centrado na Bíblia e teologicamente correto. Seja intencional sobre o fluir da ordem do culto. O que é necessário para a “passagem” de um elemento para o outro? A congregação tem oportunidade de processar o que está sendo apresentado?
3. Excelência
Definimos excelência como “Fazer o melhor possível com o que está ao seu alcance.” Em I Sam. 16:18, Davi disse que ele não queria oferecer ao Senhor algo que não lhe custasse nada. Ele queria dar o melhor ao Senhor. A excelência não é igual ao perfeccionismo. Perfeccionismo é uma obsessão doentia que não honra a Deus. Muitos artistas lutam com o perfeccionismo. Não importa o que fazemos, devemos fazer tudo para Deus e não para os homens. Não hesite em pedir esse tipo de excelência de seus voluntários.
4. Avaliação
A avaliação está intimamente ligada à excelência. Não podemos melhorar se não identificarmos o que deu certo e errado. Isso implica numa delicada combinação de celebrar o que funcionou bem e construtivamente dialogar sobre o que não funcionou.
5. Processo
Se não dermos a atenção devida ao processo do ministério e à integridade desse processo, pagaremos caro. Eventualmente os voluntários não terão mais interesse em participar. Então, você precisa estar sempre perguntando: esse processo honra a Deus e valoriza as pessoas? Isso está diretamente ligado ao nosso caráter e integridade pessoal.
6. Autenticidade
Seus artistas estão atuando com autenticidade, seja cantando, dançando ou tocando? Estão agindo de forma artificial, forçada ou natural? Estamos expressando e demonstrando a verdade através das pessoas que participam em nossos ministérios? As pessoas que freqüentam nossas igrejas estão decidindo se acreditam ou não em nós. Avaliam se estamos fazendo um show ou transmitindo a verdade, se buscamos atrair atenção para nós mesmos ou comunicar e servir da melhor maneira possível. Precisamos identificar e eliminar qualquer coisa que se pareça com orgulho, ou algo feito apenas para atrair atenção ou algo que é feito com a motivação errada. Precisamos criar arte que retrata de forma honesta a condição humana, porque as pessoas que estão nos ouvindo sabem quando não estamos sendo honestos.
7. Comunidade
Além dos frutos que resultam de nossos ministérios, acho que o sentimento de comunidade é o maior benefício. Precisamos encontrar uma forma de viver ministério que nos permite ter alguns daqueles momentos em que nos conectamos uns com os outros, quando estamos sendo uma expressão viva do amor de Cristo uns para com os outros, e transformando nossas equipes em uma comunidade.
8. Liderança
Essas comunidades precisam de liderança. O dom da liderança é essencial para construir um ministério de artes eficaz. Não podemos ter medo de liderar. Deus irá nos guiar e nos dará a orientação necessária. Muitas vezes artistas sentem-se inseguros, desanimados e mal-compreendidos. Enquanto buscamos pastorear nosso rebanho, precisamos pedir ao Espirito Santo que nos ajude a escolher nossas palavras cuidadosamente e saber quando precisamos lançar desafios e quando usar de mansidão e sensibilidade.
9. Corações e Vidas bem Ordenadas
O maior presente que podemos oferecer às nossas igrejas não é o nosso talento. O que podemos fazer de mais importante é aquilo que Jesus nos ensinou: permancer nEle. Precisamos praticar as disciplinas espirituais que vão ajudar a desenvolver nosso caráter. Faça um compromisso de encontrar momentos de solitude onde você possa examinar e avaliar se a sua vida está bem-ordenada. Tudo que fazemos deve ser fruto desse equilíbrio resultante de vivermos com Cristo no centro de nossas vidas.
10. Momentos Transcendentes
A despeito de planejarmos um culto voltado para descrentes ou cultos de celebração, nosso alvo é preparar cada elemento do culto de forma que Deus possa usá-lo para tocar a alma humana profundamente – deixando que as pessoas experimentem Sua verdade e presença. As pessoas devem sair mudadas de alguma maneira. Teremos falhado terrivelmente se nossos cultos forem considerados criativos ou interessantes, mas não trouxeram mudança de vida com o passar do tempo.
Por Nancy Beach
(abduzido do Solomon)
Nossa Missão
- Somos uma Igreja adoradora que ministra ao mundo por meio da evangelização e
da compaixão, encaminhando os seus membros à maturidade cristã por meio do
discipulado.
Nossa Visão
- Pensar no ser humano como projeto de Deus.
- Facilitar relacionamentos dinâmicos com Jesus Cristo.
- Promover novas e duradouras amizades.
- Estimular os membros a crescerem na fé.
- Ter mentalidade inovadora no discipulado.
- Plural na sua liderança.
- Proporcionar envolvimento ministerial.
- Comprometer-se com a pregação expositiva da Palavra.
- Envolver-se com a obra missionária.
- Parceira no fortalecimento da família.
- Crer na ação contemporânea do Espírito Santo.
- Ser um oásis de esperança para o perdido.
- Ter um ministério de louvor contextualizado.
- Promover os Grupos de comunhão para crescimento espiritual.
Valores Essenciais
- Somos um Povo Cristão - Como membros da igreja de Cristo, ao redor do mundo, nos unimos aos verdadeiros cristãos, proclamação do senhorio de Jesus Cristo.
- Somos um Povo de Santidade - Deus que é santo e, nos chama a uma vida de santidade. Cremos que o Espírito Santo deseja efetuar em nós o batismo com o Espírito Santo.
- Somos um Povo com uma Missão - Somos um povo enviado que responde ao chamado de Cristo, capacitado pelo Espírito Santo, para ir ao mundo testificar do senhorio de Cristo e também participando com Deus na construção da igreja e na extensão de Seu Reino.
13277-010 - Valinhos - SP
Fone: (19) 3869-2208
faleconosco@nazarenovalinhos.com.br
Canais:
Nosso Twitter: http://twitter.com/jnivalinhos
Nosso Picasa: http://picasaweb.google.com/jnivalinhos
Nossos Vídeos: http://www.youtube.com/user/dvdesmaga
Liderança:
Paulão: caveman_br@yahoo.com
Thalita: thalitasmts@gmail.com
DvD: franco.dvd@gmail.com
Ananda: anandamuss@yahoo.com.br
Danielzinho: djunior_fs@hotmail.com
Jorginho: jorge_cmf007@hotmail.com
Guime: guimomesso@hotmail.com
Rafinha: cross33_rafinha@hotmail.com
"Nossa geração é uma geração com muitos problemas; muitos de nós buscam fugas de seus problemas...
Alguns de nós escolhem medidas drásticas pra escapar deles. Soluções rápidas, que fazem bem por um tempo.Mas cedo ou tarde, você fica vazio.
O pessoal no palco, nós tentamos muitas dessas coisas. Mas foi até encontrarmos algo um pouco diferente que satisfizesse, algo um pouco mais duradouro.
Você já deve ter ouvido isso antes. Mas vim aqui dizer que é real. É algo que funcionou na minha vida. Chama-se um relacionamento pessoal com Jesus Cristo. E não significa que eu não tenha mais problemas. Eu já te falei que eu tenho.
Só significa que eu tenho alguém que nunca vai me deixar, ou virar as costas pra mim não importa o quê.
O que você ouviu esta noite, deve estar curioso sobre esse Jesus que estávamos falando. Quando chegar em casa essa noite, e deitar na sua cama, você pode chamá-lo lá. Ele irá até você, não importa onde esteja; peça pra ele vir pra sua vida e andar com você pelo resto dos seus dias. Fale com ele como fala com um amigo. E encontre uma biblia e leia sobre a pessoa de Jesus Cristo.
Não vá pelo que você ouviu, descubra você mesmo.
Não me ouça, não estou aqui pra vender nada. Apenas descubra você mesmo.
Deus abençoe. Paz e Boa noite."
Estou ainda alterando algumas coisas, acertos no layout, uma caixa de busca, mais alguns links e widgets...
Pessoal, agora preciso de um sobremodo gentil favorzinho dos nossos jovens: mandem ao PV, cujo mail vocês sabem bem, ou por twitter, seus contatos que querem postos na seção SOMOS NÓS, onde eu colocarei vossas fotos com seus blogs, twitteres, flogs e afins. Não recomendo Facebook ou Orkut, pois aí já é muita exposição.
P.V.









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